Nós brasileiros somos um povo vaidoso, que gosta de estar bem-vestido. Os números do mercado da moda e beleza não mentem. Faz parte da nossa dinâmica descontraída buscar as últimas tendências de estilo, beleza e bem-estar.

Somos muito apegados à imagem. Com o fenômeno das redes sociais, passamos a dedicar nosso tempo em postar fotos e vídeos do nosso estilo de vida e momentos.

Não bastasse nossa vaidade, também somos cobrados para seguir alguns
padrões estéticos e comportamentais. Tais modismos e tendências hoje são
promovidos por influencers e marcas renomadas.

A questão é: a imagem que estamos transmitindo as pessoas de nosso convívio realmente é a que reflete o nosso interior?

Num tempo que a diversidade, autenticidade e personalidade torna-se um diferencial estamos realmente preservando nossa identidade ou somos muito parecidos? Observe as pessoas ao seu redor, desde o seu núcleo familiar, trabalho e amizades: quem se diferencia? Quem são as suas referências de poder pessoal?

Porém a imagem vai muito além de uma roupa com excelente caimento, uma aparência saudável, cabelos alinhados e unhas bem cuidadas. Ela tornou-se sinônimo de sucesso, principalmente no meio corporativo.

Aliás, como as empresas tem tratado este tipo de pauta?

Embora o desempenho seja a principal métrica para uma promoção na carreira, o marketing pessoal tornou-se um aliado dos profissionais que buscam um diferencial.

São inúmeros detalhes que transmitem uma boa reputação no mundo
empresarial, entre elas:

  • Seguir o dress code de acordo com as regras da instituição;
  • Manter uma aparência agradável e condizente com o ambiente;
  • Assumir uma postura profissional pautada na ética em todos os níveis;
  • Comunicar-se de forma assertiva;
  • Atentar-se com relação as normas de etiqueta afim de manter a civilidade.

Tais recomendações poderão se adequar ao ambiente corporativo. Empresas mais flexíveis e informais, como agencias de publicidade não exigirão terno e gravata e tailleur. Escritórios e bancos já pedem trajes mais formais, a depender inclusive do cargo exercido pelo colaborador. Indústrias prezam pela segurança, e nem sempre uma bota funcional (EPI) combinará com a sua calça jeans descolada.

A boa medida é a sensatez. Como diz Gloria Kalil, especialista em etiqueta contemporânea: “Ninguém é chic se não for civilizado”.

Portanto, hoje a imagem pessoal, é muito mais do que um conjunto de regras do pode ou não pode e não teria como compilar um manual do que é conveniente ou não. Tudo dependerá do meio que você frequenta, trabalha, e também da forma que você gosta de se vestir, se portar. É possível conciliar os gostos pessoais com as regras de cada local de trabalho
ou ocasião, evento.

Toda reflexão acerca do poder da nossa imagem poderia ser resumida
brevemente com as seguintes indagações:

  • Qual a imagem que estou transmitindo as pessoas que me rodeiam?
  • Como eu gostaria de ser visto?
  • Quando eu me olho no espelho vejo uma pessoa bem-resolvida e autêntica?
  • O meu exterior está refletindo toda as minhas peculiaridades que me tornam único?
  • A forma que eu estou me portando em todos os aspectos está contribuindo para a
    minha evolução pessoal e profissional?

No final a decisão cabe a você, impreterivelmente!

Mais do que a imagem, é a expressão do seu poder pessoal!

Referências

Agatha Bueno

Sou uma aquariana inquieta, paulista, e moro em Curitiba-PR. Sou formada em Relações Públicas pela Unesp, e pós-graduada em Moda e Negócios pela
Unicesumar. Também conclui alguns cursos de Personal Stylist, Jornalismo de Moda e Executivo de Moda. Sempre fui amante das artes, da música, do teatro, do belo. Resolvi unir minhas duas paixões: Comunicação e Moda. Sou redatora focada em Moda e Negócios.

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Imagem de destaque por Callum Shaw on Unsplash